Institutos Nacionais do MCTI INPA

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Criado em 1952 e implementado em 1954 – o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) – ao longo dos anos, vem realizando estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento sócio-econômico regional. Atualmente, o INPA é referência mundial em Biologia Tropical. Os primeiros anos do INPA foram caracterizados pela por pesquisas, levantamentos e inventários de fauna e de flora. Hoje, o desafio é expandir de forma sustentável o uso dos recursos naturais da Amazônia.

ESTRUTURA ORGANIZACIONAL (Clique aqui para conhecer)

Para cumprir o desafio, o Instituto possui as coordenações gerais de Capacitação, Administração, Ações Estratégicas, Extensão, e quatro Coordenações de Pesquisas atuando nos seguintes focos: Dinâmica Ambiental;Sociedade, Ambiente e Saúde; Tecnologia e Inovação e Biodiversidade.

O INPA ainda possui três núcleos de pesquisas localizados nos Estados do Acre, Roraima e Rondônia.

INFRAESTRUTURA

O INPA tem sua sede em uma área de 379.868,41m2, na área urbana de Manaus, distribuída em três campus:

(1) Campus Aleixo I, com 255.736 m2

INPA - Portaria 1

Entrada do Campus Aleixo I
Foto: Adriano Rodrigues

(2) Campus Aleixo II, com 49.131 m2

Entrada do Campus Aleixo I Foto: Layanna Franco

Entrada do Campus Aleixo II
Foto: Layanna Franco

(3) Campus do V-8, com 75.000 m2.

Três reservas florestais e duas biológicas, quatro estações experimentais, duas bases flutuantes de pesquisa, um laboratório flutuante e um barco de pesquisa também compõem sua estrutura, conforme segue abaixo.

Reservas Biológicas do INPA
DukeRESERVA FLORESTAL ADOLPHO DUCKE
Localizada no Km 26 da Estrada Manaus-Itacoatiara (AM-010), esta reserva tem 10.072 ha e serve como suporte para todos os segmentos das pesquisas do Inpa e de outras instituições nacionais e internacionais. Por ser uma reserva típica de mata terra firme, vem sofrendo ultimamente, uma grande pressão antrópica devido o seu contato com a mancha urbana de Manaus.
REBIO_Ouro_PretoRESERVA BIOLÓGICA DE OURO PRETO DE OESTE

Situada em meio a mancha urbana desta cidade, originária da fronteira agrícola de Rondônia, esta reserva com 138 ha. É testemunha da vegetação original da região.

REBIO_De_CampinaRESERVA BIOLÓGICA DE CAMPINA
Situada no Km 60 da Rodovia BR-174, Manaus/Boa Vista, com 900 ha. É de tamanho relativamente pequeno, abriga nas proximidades de Manaus um ecossistema típico de Campina. Este tipo de formação vegetal arbustiva-arbórea-graminóide difere bastante das imponentes florestas amazônicas. É localizado sobre um solo podzólico, sendo este ecossistema representativo da área de influência do Rio Negro. Por este motivo, torna-se importante a segurança nesta reserva, devido as peculiaridades biológicas e sua proximidade com os limites da cidade de Manaus e fazendas circunvizinhas.
RESERVA FLORESTAL EGLER
Situada no Km 70 da AM-010, possui 760 ha. Também em floresta de terra firme. Os estudos ali desenvolvidos foram específicos sem preocupação com enfoque multidisciplinar.
ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SILVICULTURA TROPICALESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE SILVICULTURA TROPICAL
Situada no Km 45 da BR-174, possui 21.000 ha. Juntamente com a Reserva Ducke, é a área onde maior número de estudos ecológicos tem sido realizado, sendo uma área de demonstração do sistema de manejo florestal sustentado proposta pelo Instituto.
http://ipe.org.br/

http://ipe.org.br/

ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE HORTALIÇAS
Localizada na AM-010, Km14, possui uma área de 10 ha. Em terra firme.

ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DO ARIAÚ
Localizada no município de Iranduba, a 30 Km de Manaus, estação típica de área alagáveis (várzea) possui 100 ha;. Os trabalhos são essencialmente desenvolvidos com hortaliças.
ESTAÇÃO EXPERIMENTAL DE FRUTICULTURA
Vizinha à Estação Experimental de Silvicultura Tropical, mantém um banco de germoplasma de frutos tropicais em seus 50 ha.

ESTAÇÕES FLUTUANTES
Para realizar pesquisas em diversas áreas, que muitas vezes são acessíveis apenas na época das chuvas, o Inpa dispõe de dois barcos (estações flutuantes), equipados com modernos laboratórios.

Laboratório Flutuante: Herald Sioli, na Ilha da Manchanteria e o Barco de Pesquisas: Amanaí II.

AS COLEÇÕES E ACERVOS CIENTÍFICOS DO INPA

O INPA constitui a maior referência da biodiversidade da Amazônia, representada por suas coleções científicas iniciadas com a criação do Herbário INPA em 28 de julho de 1954, imediatamente após a fundação do Instituto pelo então presidente Getúlio Vargas.

Na década de 90, o INPA estabeleceu o Programa de Coleções Científicas Biológicas (PCCB), coordenado por um Gerente de Coleções, com objetivo de integrar e coordenar as iniciativas e atividades que visem manter e desenvolver os acervos das coleções científicas biológicas do INPA.

Essas coleções têm por finalidade básica manter representantes da biodiversidade amazônica em condições ex-situ, seja vivo ou fixado, elaborando e mantendo bancos de dados para fins de pesquisa. O público-alvo das coleções é formado por pesquisadores e estudantes de pós-graduação, ou seja, a sociedade acadêmica nacional e internacional. A manutenção desse banco de dados também tem finalidade de orientar tomadores de decisão de políticas públicas tanto a nível nacional, estadual, municipal ou regional.

Prédio com as coleções zoológicas do INPA

Prédio com as coleções zoológicas do INPA

As coleções do PCCB estão organizadas em estruturas funcionais denominadas curadorias, administradas por um pesquisador ou tecnologista do quadro efetivo do INPA. Os exemplares e amostras que compõem os vários acervos, respectivos a cada uma das coleções, foram reunidos ao longo de mais de 50 anos de inventários e pesquisas desenvolvidas na Amazônia pelo INPA, por seus pesquisadores e em trabalhos de teses e dissertações. Em conjunto, estes acervos compreendem centenas ou milhares de lotes de exemplares da fauna e flora amazônica, incluindo holótipos, parátipos e exemplares raros ou até inexistentes em outras coleções nacionais e ou internacionais.

Recentemente em 2002, de acordo com o Decreto no. 3.945, Artigo 11, o INPA foi credenciado junto ao Ministério do Meio Ambiente como instituição “Fiel Depositária de Amostra de Componente do Patrimônio Genético” da Amazônia nas áreas de Zoologia, Botânica e Microbiologia.

Herbário do INPA

Herbário do INPA

O PCCB é coordenado pela Gerente Dra. Lúcia Rapp Py-Daniel e pelo Vice-Gerente Dr. Célio Ubirajara Magalhães Filho e está constituído pelas coleções científicas e 11 curadorias que as compõem, as quais estão agrupadas em três áreas temáticas, com a seguinte organização:

ADMINISTRAÇÃO / PCCB
Gerente: Lúcia Helena Rapp Py-Daniel
Vice-gerente: Célio Ubirajara Magalhães Filho

Área I – Coleções Botânicas (3 curadorias):
Área II – Coleções Zoológicas (6 curadorias):
Área III – Coleções Microbiológicas (2 curadorias):

BOSQUE DA CIÊNCIA

Bosque da Ciencia portaria 2

Inaugurado em 1º de abril de 1995, como parte das comemorações do 40º aniversário do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – INPA. Concretizou-se, assim, um antigo sonho de abrir as portas do Instituto ao público.

O Bosque da Ciência que é uma área de aproximadamente 13 (treze) hectares, localizado no perímetro urbano da cidade de Manaus na zona central – leste. Projetado e estruturado para fomentar e promover o desenvolvimento do programa de Difusão Científica e de Educação Ambiental do INPA, ao mesmo tempo preservando os aspectos da biodiversidade existente no local.

Entre os seus objetivos pretende oferecer à população uma nova opção de lazer com caráter sócio-científico e cultural, propiciando aos visitantes interesse pelo meio ambiente, além de oferecer atrativos turísticos e entretenimento.

Atualmente estamos estudando uma melhor adequação ao ambiente norteando sempre sua funcionalidade na realização dos eventos, pela riqueza de sua harmonia com a natureza, fato importante na história do Bosque da Ciência.

Atrações do Bosque da Ciência
Trilhas Educativas
Trilha_educativaO Bosque da Ciência, possui uma área de aproximadamente 130.000 m², para viabilizar seu percurso, foram criadas as trilhas de acesso aos atrativos que compõe o Bosque, viabilizando ao visitante informações em relação a fauna, flora e aos ecossistemas Amazônicos existentes.

Algumas trilhas apresentam acessos com certo grau de dificuldade por apresentar uma topografia um pouco irregular, impossibilitando o acesso de cadeiras de roda. Estudos estão sendo feitos visando adequar futuramente os acessos para contemplar as pessoas portadoras de necessidades especiais, assim como as sinalizações e informações mais eficazes as espectativas dos visitantes em geral.

Para viabilizar as visitas o Bosque da Ciência conta com o apoio do LAPSEA (Laboratório de Psicolgia em Educação Ambiental), através do Projeto Pequenos Guias, atuam no Bosque de terça-feira a sexta-feira realizando visitas monitoradas.

Tanques de Peixe-Boi
bosque-da-cienciaO peixe-boi da Amazônia é o menor dos peixes-bois existentes no mundo, alcançando um comprimento de 2,8 a 3,0 m e pesando até 450 kg. Seu couro cinza escuro é extremante grosso e resistente. A maioria dos indivíduos tem uma mancha branca na região ventral. Esta característica, juntamente com a ausência de unhas nas nadadeiras peitorais, ajuda a distingui-lo do peixe-boi marinho e do africano. O peixe-boi da Amazônia é, também, o único que ocorre exclusivamente em água doce, podendo ser encontrado em todos os rios da bacia Amazônica. Alimentam-se essencialmente de plantas aquáticas e semi-aquáticas, e chegam a consumir mais de 10% do seu peso corporal em alimento por dia. Seu metabolismo é de apenas 36% daquele previsto para um mamífero placentário do mesmo porte. Isto o permite permanecer mais de 20 minutos em baixo da água, sem respirar. Cada fêmea de peixe-boi produz apenas um filhote a cada gestação e este filhote pode mamar por até dois anos. No passado, os peixes-bois foram muito caçados pela sua carne e couro. Hoje a caça, embora ilegal, é ainda feita principalmente pelas populações ribeirinhas, para o consumo da carne. Além da caça, as principais ameaças ao peixe-boi são a destruição e a degradação do habitat, a liberação de mercúrio nos rios e agrotóxicos. Ocasionalmente filhotes são acidentalmente capturados em redes de pesca. Represas hidrelétricas atuam como barreiras e isolam populações, limitando a variabilidade genética da espécie. O peixe-boi da Amazônia está classificado como espécie “vulnerável” pela UICN (2000).
Viveiro de Ariranhas
AriranhaLocal onde vivem dois espécimes que são objeto de estudos dos pesquisadores. A ariranha é um mamífero aquático que vive em pequenos grupos de sete a oito indivíduos nos rios da Amazônia. Seu nome científico é Pteronura brasiliensis da ordem dos Carnívora (Carnívoros) e da família Mustalidae (Mustelídeos). A ariranha é um parente próximo da lontra, porém bem maior: pode atingir 2,20 m de comprimento. Como a lontra, tem hábitos gregários e vive ao longo das margens dos rios. Alimenta-se sobretudo de peixes, que pesca durante o dia, mas também não despreza pequenos mamíferos e pássaros aquáticos – e seus ovos e filhotes. Seu tamanho principalmente a forte dentadura não a fazem recuar mesmo diante de animais maiores que ela, e há casos de ataques a seres humanos que invadiram o seu território.
Casa da Ciência
Casa da CiênciaA Casa da Ciência foi oficialmente inaugurada em 20 de maio de 1993, dois anos antes de se iniciarem as atividades no Bosque da Ciência. Antes de ser um centro de exposição, o local era utilizado como residência oficial do Diretor do INPA.

A proposta é a criação de um espaço que permita uma visão lógica que, de forma interativa, possa transmitir aos visitantes as atividades realizadas pelo INPA por meio de projetos e programas, e como os resultados das pesquisas podem interferir diretamente no dia a dia das pessoas. A concepção museológica é mostrar a Amazônia de forma transdisciplinar, e de que maneira podemos compatibilizar o desenvolvimento humano com aquele econômico e com responsabilidade ambiental na preservação da natureza para as futuras gerações.

O conteúdo museográfico utilizado será composto por painéis informativos, gaveteiros com informações impressas interagindo com material da fauna e da flora amazônicas, maquetes, aquários, amostras de produtos tecnológicos, implantação de um ambiente interativo com conteúdos digitais diversificados, através de jogos lúdicos, uso de tecnologia de comunicação e informática e recursos multimídia, além de exposições digitalizadas.A implementação do Museu do Petróleo e Gás deverá mostrar, de forma clara, lógica e lúdica as atividades de parceria do INPA com a Petrobrás na Amazônia e os resultados no aproveitamento desse recurso natural de forma adequada, com responsabilidades social e ambiental.

Com a recente restauração e ampliação, por meio da parceria INPA / Petrobrás / Prefeitura / Governo do Estado, e apoio da Fundação Djalma Batista, a Casa da Ciência disporá de Salão de Exposições, Sala para Oficina, Videoteca, Auditório para cinqüenta pessoas e estruturas para apoio logístico.

Ilha da Tanimbuca
vaimanoeo.blogspot.com.br/

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A Ilha da Tanimbuca é um atrativo do Bosque da Ciência, que retrata a conservação ambiental e seus componentes harmoniosos, onde compreende uma calha de água e espelho d’água que compõem vários peixes e alguns quelônios da região e de uma vegetação significativa, principalmente pela importância da Tanimbuca (Buchenavea huberii) família Combretaceae (árvore com mais de 600 anos), que retrata sua existência o tempo que o Brasil foi descoberto. É o local que oferece as condições favoráveis a realização de eventos de cunho científico-cultural em plena natureza, sob as árvores, em que reúne pessoas de todas etnias, idades e classes para oferecer um entretenimentos cultural (educação, música, poesia, teatro e dança), conhecido como Sarau na Floresta, evento realizado geralmente na primeira sexta do mês, durante a época do verão, por tratar de uma área aberta na floresta.

Casa de Madeira
vaimanoeo.blogspot.com.br

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Casa de Madeira: É um modelo de residência construído para oferecer conforto sem maiores gastos. Sete espécies de árvores são usadas em sua estrutura: jatobá (Hymenaea courbaril); cumarurana (Dipteryx poliphylla); mandioqueira ( Qualea paraensis); maçaranduba (Manilkara huberi); cardeiro (Scleronema micranthum); cupiúba (Goupia glabra); e angelim-da-mata (Hymenolobium excelsum). Todas elas são pesquisadas pelo INPA.

Abraço da Morte
Abraço da MorteÉ um fenômeno que observamos na natureza de entre dois vegetais, um que serve de hospedeiro e o outro de hospede, que necessita se desenvolver ao fixar no caule do hospedeiro, permitindo a emissão suas raízes, que servirão de apoio quando adulto, de tal forma que suas raízes se tornarão frondosas e fortes, comprometendo a vida de seu hospedeiro, através de estrangulamento ocasionado por suas raízes, este fenômeno é bem característico do Apuizeiro, vegetal que pertence a família Cecropiaceae. É um vegetal que cresce sobre outras árvores lançando suas raízes aéreas em direção ao solo, e a medida que cresce desenvolve um sistema radicular resistente para melhor apoioar quando se tornar adulto e frondoso. Este fenômeno são dispersos geralmente pelos pássaros quando defecam suas sementes germinando na casca dos galhos ou tronco das árvores, assim a natureza demonstra que a sobrevivência de alguns vegetais mais fortes depende das fragilidades de outros vegetais.
Trilha Suspensa
Trilha_suspensaÉ uma passarela suspensa sobre um local de difícil acesso, que permite ao visitante uma visita panorâmica da fauna e flora aéreas
Lago Amazônico
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Lago Amazônico: É um ambiente bucólico que retrata a flora e a fauna da região, habitado por quelônios (tartarugas, iaças e mata-matas) e peixes (tambaqui, tucunaré, pirarucu). É permitido alimentar os animais com ração especial a disposição.
Viveiro dos Jacarés
Viveiro de JacaréOs jacarés são descendentes dos primeiros répteis que habitavam o planeta há cerca de 230 milhões de anos. É por isso que se diz que são animais pré-históricos, parentes dos dinossauros. O que mais assusta é o tamanho de sua boca que apresenta cerca de 80 dentes. Existem no Brasil, cinco espécies diferentes. No Bosque da Ciência podem ser observadas três espécies de jacarés da região amazônica, que são: Jacaré- açu ou jacaré-gigante (Melanosuchus niger); Jacaré tinga (Caiman crocodilus) e Jacaré-coroa (Paleosuchus trigonatus) . O Jacaré Açu é o maior predador aquático da América do Sul com 5m de comprimento.
Recanto dos Inajás
Ambiente aprazível, Composto por uma vegetação de palmeiras conhecidas Como inajás ( Maximiliana maripa ) Família Arecaceae, locais de descontração com Pequeno lago artificial, Onde Vivem OS tambaquis, poraquês e Plantas aquáticas pesquisados Pelo INPA.

O poraquê (Electrophorus electricus) ocorre na amazônica, principalmente Bacias EM AO norte do Amazonas. Suá aparencia E semelhante a enguia uma, SEM nadadeiras dorsal, ventrais e caudais, anal longa e peitorais Pequenas. Suá cor castanho-avermelhada E, com tonalidades avermelhadas Amarelo-nd Cabeça. E aparentado com outras Espécies de Peixes Elétricos da Região neotropical, como “Como morenitas”, “tuviras” E “sarapós”.

Orquidário e Bromeliário
Local onde são realizados os experimentos de algumas Coordenações na pesquisas de espéies vegetais aquáticas de nossa região, parte do Projeto Marx Planck e da Coordenação de Pesquisas em Botânica, são estudos que servem de parâmetros nas pesquisas desenvolvidas em nossa região. Está em estudo a possibilidade de criarmos viveiros com estufas para bramélias e orquídeas.
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