O lançamento do SiBBr

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Em 18 de abril de 2012, Luciane Marinoni como secretária da Sociedade Brasileira de Zoologia, enviou uma carta “Aos Presidentes das Sociedades afins à Zoologia, comunicando o lançamento do SIB-BR – Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira.

A carta informava o lançamento do do SIB-BR, em sessão especial da Comissão de Meio Ambiente do Senado em Brasília, com a presença do Ministro da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, o Secretário de Políticas e Programas de Pesquisa e Desenvolvimento do MCTI, Carlos Nobre, a Diretora de Políticas e Programas Temáticos do MCTI, Mercedes Bustamante, a representante Nacional do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Denise Hamú, o Secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Roberto Brandão Cavalcanti, o Presidente da Comissão de Meio Ambiente do Senado, senador Rodrigo Rollemberg, pesquisadores e parlamentares.

Segundo Luciane nesta carta, tal iniciativa resultou de um trabalho intenso que teve início em 2002 e que em 2005, com o auxílio das Sociedades Brasileira de Zoologia, Microbiologia e Botânica do Brasil, culminou com a confecção do Projeto “Diretrizes e estratégias para a modernização das coleções biológicas brasileiras e a consolidação de sistemas integrados de informação sobre biodiversidade”.

A carta menciona ainda que em conversa prévia com a Diretora do Projeto, Dra Mercedes Bustamante, foi acordado que o gerenciamento dos próximos passos do mesmo, no que se refere à Zoologia, deveria contar com o auxílio da Sociedade Brasileira de Zoologia e Sociedades afins dentro de nosso Fórum de Sociedades. A partir da experiência adquirida no desenvolvimento do Projeto “Diretrizes”, pudemos perceber que não é eficiente colocar a responsabilidade de um projeto de amplitude e interesse nacionais sob uma única instituição que, na maioria das vezes, não tem a visão geral das demandas nacionais ficando difícil para a mesma estabelecer as prioridades necessárias.

A carta concluí dizendo que é realmente muito gratificante saber que a atuação da SBZ no Projeto “Diretrizes” está agora, depois de seis anos, colhendo frutos e recebendo o reconhecimento de que o trabalho para a coletividade é compensatório. Afinal, as coleções biológicas e a taxonomia terão a visibilidade que merecem e de uma vez por todas haverá a constatação de que são indispensáveis ao desenvolvimento científico e tecnológico do País.

Conheça o documento na íntegra

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